Entre os dias 12 e 15 de julho, São Lourenço recebe edição especial do Minas ao Luar, um dos eventos de música mais tradicionais de Minas Gerais. Com realização do Sesc, integrado ao Sistema Fecomércio MG, Sesc e Senac e apoio do Sindicomércio e EPTV, a programação vai ocupar o palco do V São Lourenço Jazz e Blue, com nomes de peso do jazz e blues local, nacional e internacional, como o americano radicado no Brasil, J.J Jackson, Happy Feet Jazz Band & Behoppers, Jazz na Kombi, entre outros. Nas noites de 12 a 14 de julho (12 e 13 a partir de 19h e 14 a partir de 18h), os holofotes serão voltados para o palco do Sesc no Estacionamento do Parque das Águas. Já no dia 15, a partir das 9h30, o Minas ao Luar se despede de São Lourenço, com a atração Jazz na Kombi, na rua Wenceslau Braz, de frente para o charmoso Calçadão, no centro de São Lourenço. A entrada é gratuita.

Iniciativa do Sesc em Minas, o Minas ao Luar é uma das ações de maior incentivo à música nacional. Em uma nova fase, com variedade de ritmos e estilos, a iniciativa continua percorrendo todo o território estadual promovendo grandes encontros artísticos e fomentando a música brasileira.

SOBRE AS ATRAÇÕES

J.J. JACKSON - Compositor, intérprete, ator, comunicador, Leo Robinson, nascido no Arkansas, região conhecida como “Cinturão do Blues”, tornou-se J.J. Jackson no Brasil, país  que  adotou como  novo lar e palco de sua carreira desde os anos 90. Por sua origem e interpretações de clássicos do blues, a imagem de Mr. Jackson, no Brasil, recebeu, da imprensa e público, o título de bluesman.  Porém, a versatilidade de seu repertório, que passeia pelo jazz, blues, soul, rhythm and blues e rock, vai além do universo tradicional do Blues.

Como compositor e intérprete, teve várias canções em trilhas de novelas, jingles para marcas conhecidas no grande mercado e trilhas em filmes de curta metragem. Como ator, participou de curta e longa metragem (EUA) e faz campanhas publicitárias.

Lançou seis CDs e dois DVDs. Os dois últimos lançados em 2016, J. J. Jackson & Prado Brothers, um registro da parceria com Igor Prado. E So Long - composto para CD e DVD. Nele, J. J. presta homenagem interpretando três temas de compositores brasileiros consagrados. No roteiro de shows, além do Brasil de norte a sul, o artista circula pelos Estados Unidos, Portugal , México, e Chile. Hoje, considerando-se que a maior parte da carreira foi consolidada no Brasil, e em retribuição ao carinho que o público brasileiro lhe proporciona, pede para ser chamado de J. J. Jackson do Brasil.

HAPPY FEET JAZZ BAND & BEHOPPERS - Entre as décadas de 30 e 50, o mundo dançava e curtia o jazz e a música popular americana. Era o que se ouvia nos bailes, nas rádios, nos filmes, nas vitrolas e nos bares. Nomes como Louis Armstrong, Frank Sinatra, Nat King Cole, Bing Crosby, Ella Fitzgerald, Billie Holiday, Duke Ellington e Louis Prima eram as grandes estrelas. Este é o estilo da banda mineira Happy Feet Jazz Band. Formada em 2008, o grupo tem levado a energia e o clima da época a várias cidades brasileiras desde então.

Com um repertório amplo, a Happy Feet Jazz Band toca tanto músicas suaves para se ouvir e emocionar, quanto músicas alegres e vibrantes para se dançar. Sua versatilidade a torna uma banda ideal para vários tipos de eventos, seja um jantar, uma festa de casamento  e apresentações em teatros e praças públicas, como aconteceu no festival I Love Jazz, quando tocou para milhares de pessoas com grande sucesso.

Os BeHoppers é uma banda criada em Belo Horizonte com o objetivo de promover o Lindy Hop, dança surgida no fim dos anos 1920 no Harlem, Nova York. Os BeHoppers, nome inspirado nas iniciais da capital mineira, agregam cada vez mais pessoas e espalham o espírito de alegria do Lindy Hop, estilo dançado ao som do swing jazz eternizado por músicos como Chick Webb, Louis Armstrong, Count Basie, Duke Ellington, Ella Fitzgerald, entre outros.

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BENNY GOODMAN SEXTET REVIVAL - Sexteto em tributo à Benny Goodman interpreta clássicos do autêntico swing jazz. O grupo leva ao público canções como Flying Home e Breakfast Feud, que fazem da noite uma verdadeira viagem no tempo aos antigos salões de dança norte-americanos.

Formado por Adriano de Carvalho (guitarra), Hector Galhardo (clarinete), André Juarez (vibrafone), Billy Ponzio (bateria), Rodrigo Braga (piano) e Igor Pimenta (contrabaixo), a banda revisita clássicos memoráveis do clarinetista considerado o “rei do swing”, Benny Goodman, que fez um país inteiro dançar ao som de clássicos como Flying Home, Breakfast Feud, Soft Winds e Six Appeal.

Neste projeto, os músicos interpretam arranjos originais da banda de Goodman, por onde passaram estrelas do jazz dessa época como o vibrafonista Lionel Hampton, o pianista Teddy Wilson, o baterista Gene Krupa e o guitarrista que entraria para a história como o primeiro grande improvisador da guitarra elétrica no jazz – Charlie Christian.

Durante a apresentação, o público ainda tem a oportunidade de conhecer curiosidades que marcaram a trajetória da orquestra de Goodman, além de histórias sobre suas principais composições. Entre os clássicos estão ainda Till Tom Special, Air Mail Special, A Smo-o-oth One.

O grupo já se apresentou nas três edições do All Skate -  Festival Brasileiro de Lindy Hop. Em agosto de 2015, tocou no Festival Internacional I Love Jazz, em Belo Horizonte.

JAZZ NA KOMBI - O Jazz na Kombi é uma iniciativa de amantes do gênero musical, numa ação de devolver essa arte para seu lugar de origem, a rua. A Kombi customizada estaciona em diferentes lugares das cidades pelas quais se apresenta e abre suas portas para transformar-se num sistema de som que difunde a pesquisa musical de seus realizadores, abre espaço para apresentações de músicos e grupos de jazz, intervenções poéticas e outras manifestações artísticas de rua. A partir da criação de uma atmosfera de proximidade com público e imersão auditiva, o Jazz na Kombi ocupa espaços públicos, transformando-os em pontos de encontro de pessoas que apreciam a arte e a música.

Com Vinicius Chagas no sax, Fernando Amaro na bateria, Michel Leme na guitarra e Jackson Silva no baixo, o grupo apresenta temas do primeiro álbum autoral de Vinicius Chagas, Moment Storm, com sensibilidade e improvisações.

BIO TRIO - De Campinas-SP, formado por Gustavo Scaranelo (guitarra), Andrés Zúñiga (baixo) e Daniel Gohn (bateria). Mesmo com influências atuais, conserva elementos da tradição do jazz, investindo no caráter interpretativo das composições. O repertório passeia por composições do próprio trio, tradicionais obras da música brasileira e do jazz norte-americano, passeando por canções latino-americanas e até trilhas de filmes consagrados, tudo com uma roupagem "jazzística", ora ousada, ora elegante, mas sempre explorando o belo.

ABRAHAM ASSIS E CONVIDADOS- Abraham Assis, guitarrista de São Lourenço, apresenta o melhor do jazz, do blues e da bossa nova. Com arranjos originais, o grupo mergulha nas improvisações, expressando a criação instantânea. O show conta com participações especiais do pianista, maestro e arranjador, Chico Botelho, e do gaitista, Osmar Assis, mais conhecido como Osmar da Gaita, trazendo a influência do blues do Delta do Mississippi.

JAZZ DE 2 - Também de São Lourenço, o duo é formado por Anderson Bacha, no contrabaixo, e Paulo Freitas, na guitarra. Eles apresentam standards de jazz numa nova roupagem que promove diferentes experiências auditivas. Para esse show, o duo faz uma homenagem a um dos grandes nomes da guitarra no jazz, o norte-americano Wes Montgomery.

MOONHEAD COMBO- Fundada em 2017, a Moonhead Combo é uma banda de rock e blues vintage que traz músicos que já participaram de diversas bandas de São Lourenço e região. A alma sonora do grupo advém dos anos áureos do rock e do blues que contagiaram o mundo com uma explosão de criatividade, rebeldia e irreverência.

BLUES ETÍLICOS - Desde meados dos anos 80,  o Blues Etílicos vem produzindo uma extensa obra autoral, além de gravar homenagens às suas principais influências, tendo lançado 10 CDs e um DVD.

O blues é a principal raiz da música popular norte-americana, tendo influenciado tanto o jazz quanto o surgimento do rock. Buscar a ponte entre a música brasileira e o blues é o diferencial do Blues Etílicos ao longo dos anos. Ainda assim, pode-se dizer que a música do Blues Etílicos não se limita a nenhum rótulo específico. A densidade do blues, a energia do rock e o balanço da música brasileira são os três elementos básicos que regem seu som. É música para ouvir, dançar e festejar.

BLU BRAZIL - A banda apresenta os grandes clássicos do jazz, além dos maiores sucessos do blues, foxtrot, samba-jazz, bossa nova e também os sucessos das grandes orquestras de jazz internacionais. Os arranjos são do Maestro Celso Murilo, pianista, que já tocou com nomes como Jõao Gilberto, Tom Jobim, Milton Nascimento, ao longo de mais de 60 anos de carreira. O grupo ainda conta com Jadir Macedo, o "Didi",  baterista, com mais de 50 anos de carreira e que já tocou acompanhou nomes como Simonal, Emílio Santiago e Alcione; Adilerson, no vocal, considerado um dos melhores cantores que já trabalhou na noite carioca; e Preto Rico, contrabaixista, que trabalhou anos com a Orquestra de Violinos de Varsóvia no Copacabana Palace do Rio de Janeiro e acompanhou por muitos anos Nelson Gonçalves, Silvio Brito e muitos outros.

CARLOS CHAGAS TRIO - O power trio é formado por Carlos Chagas, na guitarra, Júnior Drums, na bateria, e Anderson Bacha, no contrabaixo. O grupo mistura jazz, rock, blues e bossa em seu repertório, interpretando obras de grandes nomes da música internacional e da música popular brasileira. A sonoridade do trio recebe os timbres característicos do guitarrista Carlos Chagas, transitando desde nuances suaves até as cores mais intensas, o que garante uma rica experiência sonora no show. O Carlos Chagas Trio tem uma personalidade bastante inovadora que tem bases na valorização das melodias, nas harmonias inesperadas e na presença marcante das influências musicais dos integrantes em cada arranjo.

MINAS AO LUAR É PALCO DE GRANDES ENCONTROS, EM TODO O ESTADO

Minas ao Luar é uma das ações de maior incentivo à música nacional. Em uma nova fase, com variedade de ritmos e estilos, a iniciativa continua percorrendo todo o território estadual promovendo grandes encontros artísticos e fomentando a música brasileira.

Desde a primeira edição, foram centenas de apresentações em diversos municípios, dentro e fora de Minas Gerais, contabilizando um público superior a dois milhões de espectadores. Todo esse sucesso já rendeu a produção de três discos – Minas ao Luar: Canções 1Minas ao Luar: Canções 2 Minas ao Luar: Canções 3– e um livro, com letras e cifras para acompanhamento em violão, o Minas ao Luar: Canções. Além disso, o Sesc lançou, em dezembro de 2014, o primeiro DVD: Minas ao Luar: ao vivo no Sesc Palladium, que é distribuído, gratuitamente, nas apresentações, como acontece com os três discos e o livro produzidos anteriormente.

Com informações do SESC

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MINAS AO LUAR E JAZZ & BLUES FESTIVAL TRAZEM GRANDES NOMES DA MÚSICA PARA SÃO LOURENÇO



Entre os dias 12 e 15 de julho, São Lourenço recebe edição especial do Minas ao Luar, um dos eventos de música mais tradicionais de Minas Gerais. Com realização do Sesc, integrado ao Sistema Fecomércio MG, Sesc e Senac e apoio do Sindicomércio e EPTV, a programação vai ocupar o palco do V São Lourenço Jazz e Blue, com nomes de peso do jazz e blues local, nacional e internacional, como o americano radicado no Brasil, J.J Jackson, Happy Feet Jazz Band & Behoppers, Jazz na Kombi, entre outros. Nas noites de 12 a 14 de julho (12 e 13 a partir de 19h e 14 a partir de 18h), os holofotes serão voltados para o palco do Sesc no Estacionamento do Parque das Águas. Já no dia 15, a partir das 9h30, o Minas ao Luar se despede de São Lourenço, com a atração Jazz na Kombi, na rua Wenceslau Braz, de frente para o charmoso Calçadão, no centro de São Lourenço. A entrada é gratuita.

Iniciativa do Sesc em Minas, o Minas ao Luar é uma das ações de maior incentivo à música nacional. Em uma nova fase, com variedade de ritmos e estilos, a iniciativa continua percorrendo todo o território estadual promovendo grandes encontros artísticos e fomentando a música brasileira.

SOBRE AS ATRAÇÕES

J.J. JACKSON - Compositor, intérprete, ator, comunicador, Leo Robinson, nascido no Arkansas, região conhecida como “Cinturão do Blues”, tornou-se J.J. Jackson no Brasil, país  que  adotou como  novo lar e palco de sua carreira desde os anos 90. Por sua origem e interpretações de clássicos do blues, a imagem de Mr. Jackson, no Brasil, recebeu, da imprensa e público, o título de bluesman.  Porém, a versatilidade de seu repertório, que passeia pelo jazz, blues, soul, rhythm and blues e rock, vai além do universo tradicional do Blues.

Como compositor e intérprete, teve várias canções em trilhas de novelas, jingles para marcas conhecidas no grande mercado e trilhas em filmes de curta metragem. Como ator, participou de curta e longa metragem (EUA) e faz campanhas publicitárias.

Lançou seis CDs e dois DVDs. Os dois últimos lançados em 2016, J. J. Jackson & Prado Brothers, um registro da parceria com Igor Prado. E So Long - composto para CD e DVD. Nele, J. J. presta homenagem interpretando três temas de compositores brasileiros consagrados. No roteiro de shows, além do Brasil de norte a sul, o artista circula pelos Estados Unidos, Portugal , México, e Chile. Hoje, considerando-se que a maior parte da carreira foi consolidada no Brasil, e em retribuição ao carinho que o público brasileiro lhe proporciona, pede para ser chamado de J. J. Jackson do Brasil.

HAPPY FEET JAZZ BAND & BEHOPPERS - Entre as décadas de 30 e 50, o mundo dançava e curtia o jazz e a música popular americana. Era o que se ouvia nos bailes, nas rádios, nos filmes, nas vitrolas e nos bares. Nomes como Louis Armstrong, Frank Sinatra, Nat King Cole, Bing Crosby, Ella Fitzgerald, Billie Holiday, Duke Ellington e Louis Prima eram as grandes estrelas. Este é o estilo da banda mineira Happy Feet Jazz Band. Formada em 2008, o grupo tem levado a energia e o clima da época a várias cidades brasileiras desde então.

Com um repertório amplo, a Happy Feet Jazz Band toca tanto músicas suaves para se ouvir e emocionar, quanto músicas alegres e vibrantes para se dançar. Sua versatilidade a torna uma banda ideal para vários tipos de eventos, seja um jantar, uma festa de casamento  e apresentações em teatros e praças públicas, como aconteceu no festival I Love Jazz, quando tocou para milhares de pessoas com grande sucesso.

Os BeHoppers é uma banda criada em Belo Horizonte com o objetivo de promover o Lindy Hop, dança surgida no fim dos anos 1920 no Harlem, Nova York. Os BeHoppers, nome inspirado nas iniciais da capital mineira, agregam cada vez mais pessoas e espalham o espírito de alegria do Lindy Hop, estilo dançado ao som do swing jazz eternizado por músicos como Chick Webb, Louis Armstrong, Count Basie, Duke Ellington, Ella Fitzgerald, entre outros.

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BENNY GOODMAN SEXTET REVIVAL - Sexteto em tributo à Benny Goodman interpreta clássicos do autêntico swing jazz. O grupo leva ao público canções como Flying Home e Breakfast Feud, que fazem da noite uma verdadeira viagem no tempo aos antigos salões de dança norte-americanos.

Formado por Adriano de Carvalho (guitarra), Hector Galhardo (clarinete), André Juarez (vibrafone), Billy Ponzio (bateria), Rodrigo Braga (piano) e Igor Pimenta (contrabaixo), a banda revisita clássicos memoráveis do clarinetista considerado o “rei do swing”, Benny Goodman, que fez um país inteiro dançar ao som de clássicos como Flying Home, Breakfast Feud, Soft Winds e Six Appeal.

Neste projeto, os músicos interpretam arranjos originais da banda de Goodman, por onde passaram estrelas do jazz dessa época como o vibrafonista Lionel Hampton, o pianista Teddy Wilson, o baterista Gene Krupa e o guitarrista que entraria para a história como o primeiro grande improvisador da guitarra elétrica no jazz – Charlie Christian.

Durante a apresentação, o público ainda tem a oportunidade de conhecer curiosidades que marcaram a trajetória da orquestra de Goodman, além de histórias sobre suas principais composições. Entre os clássicos estão ainda Till Tom Special, Air Mail Special, A Smo-o-oth One.

O grupo já se apresentou nas três edições do All Skate -  Festival Brasileiro de Lindy Hop. Em agosto de 2015, tocou no Festival Internacional I Love Jazz, em Belo Horizonte.

JAZZ NA KOMBI - O Jazz na Kombi é uma iniciativa de amantes do gênero musical, numa ação de devolver essa arte para seu lugar de origem, a rua. A Kombi customizada estaciona em diferentes lugares das cidades pelas quais se apresenta e abre suas portas para transformar-se num sistema de som que difunde a pesquisa musical de seus realizadores, abre espaço para apresentações de músicos e grupos de jazz, intervenções poéticas e outras manifestações artísticas de rua. A partir da criação de uma atmosfera de proximidade com público e imersão auditiva, o Jazz na Kombi ocupa espaços públicos, transformando-os em pontos de encontro de pessoas que apreciam a arte e a música.

Com Vinicius Chagas no sax, Fernando Amaro na bateria, Michel Leme na guitarra e Jackson Silva no baixo, o grupo apresenta temas do primeiro álbum autoral de Vinicius Chagas, Moment Storm, com sensibilidade e improvisações.

BIO TRIO - De Campinas-SP, formado por Gustavo Scaranelo (guitarra), Andrés Zúñiga (baixo) e Daniel Gohn (bateria). Mesmo com influências atuais, conserva elementos da tradição do jazz, investindo no caráter interpretativo das composições. O repertório passeia por composições do próprio trio, tradicionais obras da música brasileira e do jazz norte-americano, passeando por canções latino-americanas e até trilhas de filmes consagrados, tudo com uma roupagem "jazzística", ora ousada, ora elegante, mas sempre explorando o belo.

ABRAHAM ASSIS E CONVIDADOS- Abraham Assis, guitarrista de São Lourenço, apresenta o melhor do jazz, do blues e da bossa nova. Com arranjos originais, o grupo mergulha nas improvisações, expressando a criação instantânea. O show conta com participações especiais do pianista, maestro e arranjador, Chico Botelho, e do gaitista, Osmar Assis, mais conhecido como Osmar da Gaita, trazendo a influência do blues do Delta do Mississippi.

JAZZ DE 2 - Também de São Lourenço, o duo é formado por Anderson Bacha, no contrabaixo, e Paulo Freitas, na guitarra. Eles apresentam standards de jazz numa nova roupagem que promove diferentes experiências auditivas. Para esse show, o duo faz uma homenagem a um dos grandes nomes da guitarra no jazz, o norte-americano Wes Montgomery.

MOONHEAD COMBO- Fundada em 2017, a Moonhead Combo é uma banda de rock e blues vintage que traz músicos que já participaram de diversas bandas de São Lourenço e região. A alma sonora do grupo advém dos anos áureos do rock e do blues que contagiaram o mundo com uma explosão de criatividade, rebeldia e irreverência.

BLUES ETÍLICOS - Desde meados dos anos 80,  o Blues Etílicos vem produzindo uma extensa obra autoral, além de gravar homenagens às suas principais influências, tendo lançado 10 CDs e um DVD.

O blues é a principal raiz da música popular norte-americana, tendo influenciado tanto o jazz quanto o surgimento do rock. Buscar a ponte entre a música brasileira e o blues é o diferencial do Blues Etílicos ao longo dos anos. Ainda assim, pode-se dizer que a música do Blues Etílicos não se limita a nenhum rótulo específico. A densidade do blues, a energia do rock e o balanço da música brasileira são os três elementos básicos que regem seu som. É música para ouvir, dançar e festejar.

BLU BRAZIL - A banda apresenta os grandes clássicos do jazz, além dos maiores sucessos do blues, foxtrot, samba-jazz, bossa nova e também os sucessos das grandes orquestras de jazz internacionais. Os arranjos são do Maestro Celso Murilo, pianista, que já tocou com nomes como Jõao Gilberto, Tom Jobim, Milton Nascimento, ao longo de mais de 60 anos de carreira. O grupo ainda conta com Jadir Macedo, o "Didi",  baterista, com mais de 50 anos de carreira e que já tocou acompanhou nomes como Simonal, Emílio Santiago e Alcione; Adilerson, no vocal, considerado um dos melhores cantores que já trabalhou na noite carioca; e Preto Rico, contrabaixista, que trabalhou anos com a Orquestra de Violinos de Varsóvia no Copacabana Palace do Rio de Janeiro e acompanhou por muitos anos Nelson Gonçalves, Silvio Brito e muitos outros.

CARLOS CHAGAS TRIO - O power trio é formado por Carlos Chagas, na guitarra, Júnior Drums, na bateria, e Anderson Bacha, no contrabaixo. O grupo mistura jazz, rock, blues e bossa em seu repertório, interpretando obras de grandes nomes da música internacional e da música popular brasileira. A sonoridade do trio recebe os timbres característicos do guitarrista Carlos Chagas, transitando desde nuances suaves até as cores mais intensas, o que garante uma rica experiência sonora no show. O Carlos Chagas Trio tem uma personalidade bastante inovadora que tem bases na valorização das melodias, nas harmonias inesperadas e na presença marcante das influências musicais dos integrantes em cada arranjo.

MINAS AO LUAR É PALCO DE GRANDES ENCONTROS, EM TODO O ESTADO

Minas ao Luar é uma das ações de maior incentivo à música nacional. Em uma nova fase, com variedade de ritmos e estilos, a iniciativa continua percorrendo todo o território estadual promovendo grandes encontros artísticos e fomentando a música brasileira.

Desde a primeira edição, foram centenas de apresentações em diversos municípios, dentro e fora de Minas Gerais, contabilizando um público superior a dois milhões de espectadores. Todo esse sucesso já rendeu a produção de três discos – Minas ao Luar: Canções 1Minas ao Luar: Canções 2 Minas ao Luar: Canções 3– e um livro, com letras e cifras para acompanhamento em violão, o Minas ao Luar: Canções. Além disso, o Sesc lançou, em dezembro de 2014, o primeiro DVD: Minas ao Luar: ao vivo no Sesc Palladium, que é distribuído, gratuitamente, nas apresentações, como acontece com os três discos e o livro produzidos anteriormente.

Com informações do SESC

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