"Medida foi tomada para evitar desperdício de água; cidade ainda usa sistema de abastecimento de 1912"

Um decreto da Prefeitura de Cambuquira, no Sul de Minas, quer evitar o desperdício e o mal uso da água no município. Por isso, a partir de agora lavar carros, varandas e calçadas está proibido na cidade. A medida foi tomada por causa do período de estiagem. Quem desrespeitar pode ser multado e ter o fornecimento de água cortado.

O sistema de captação de água da cidade foi construído em 1912, há quase 100 anos. A água brota de uma nascente na serra das águas, a 12 km da cidade e é bombeada para 5 reservatórios. Por dia são gastos mais de 2 milhões de litros no município. Mas quando chove pouco, apenas a parte central tem abastecimento garantido.

Esse sistema não permite que haja um controle nas casas, com um relógio que mede o consumo. Cada morador paga uma taxa anual de R$ 70 pelo abastecimento. Com a falta de água, a prefeitura decidiu baixar o decreto. Quem não economizar água receberá uma advertência em um primeiro momento. Se for reincidente, a multa será de R$ 80. Em último caso, o fornecimento pode ser cortado.

O município espera a liberação de cerca de R$ 3 mi do PAC, para a construção de uma estaçaõ de tratamento de água e esgoto na cidade.

Fonte: EPTV

CAMBUQUIRA: DECRETO PROÍBE MORADORES DE LAVAR CARROS, CALÇADAS E VARANDAS

"Medida foi tomada para evitar desperdício de água; cidade ainda usa sistema de abastecimento de 1912"

Um decreto da Prefeitura de Cambuquira, no Sul de Minas, quer evitar o desperdício e o mal uso da água no município. Por isso, a partir de agora lavar carros, varandas e calçadas está proibido na cidade. A medida foi tomada por causa do período de estiagem. Quem desrespeitar pode ser multado e ter o fornecimento de água cortado.

O sistema de captação de água da cidade foi construído em 1912, há quase 100 anos. A água brota de uma nascente na serra das águas, a 12 km da cidade e é bombeada para 5 reservatórios. Por dia são gastos mais de 2 milhões de litros no município. Mas quando chove pouco, apenas a parte central tem abastecimento garantido.

Esse sistema não permite que haja um controle nas casas, com um relógio que mede o consumo. Cada morador paga uma taxa anual de R$ 70 pelo abastecimento. Com a falta de água, a prefeitura decidiu baixar o decreto. Quem não economizar água receberá uma advertência em um primeiro momento. Se for reincidente, a multa será de R$ 80. Em último caso, o fornecimento pode ser cortado.

O município espera a liberação de cerca de R$ 3 mi do PAC, para a construção de uma estaçaõ de tratamento de água e esgoto na cidade.

Fonte: EPTV